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Controle de Vetores recebe treinamento do Corpo de Bombeiros para trabalho em altura

Visando a segurança da equipe de controle de vetores municipal, o Corpo de Bombeiros de Novo Horizonte ofereceu um treinamento para eles esta semana, com base na Norma Regulamentadora nº 35.

 

As técnicas utilizadas pela Corporação durante trabalho em altura foram apresentadas aos funcionários do combate à dengue como forma de prevenção.

 

No treinamento, os Bombeiros usaram, além da teoria, a prática, colocando os agentes em simulações de campo, inclusive com o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI´s) correspondentes a cada situação.

 

Segundo o Corpo de Bombeiros, essa ação preventiva é de extrema importância, já que os agentes se deparam diariamente com calhas entupidas, caixas d´água destampadas, lajes com água e terrenos baldios murados, sendo necessário neste caso a intervenção em altura.

 

O coordenador João B. Simon Bertolini, do Controle de Vetores e toda a Equipe, juntamente com o Técnico em Segurança do Trabalho da Prefeitura, Kleber Munuera, agradecem ao Tenente Airton Alves de Souza Jr. e efetivo pela disponibilidade, atenção e ensinamentos.

 

Uma das principais causas de acidentes de trabalho graves e fatais se deve a eventos envolvendo quedas de trabalhadores de diferentes níveis. Os riscos de queda em altura existem em vários ramos de atividades e em diversos tipos de tarefas.

 

Além do mais, a Norma Regulamentadora (NR-35) estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade. Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2 m do nível inferior, onde haja risco de queda.

 

Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, 40% dos acidentes de trabalho no Brasil estão relacionados a quedas de trabalhadores em altura. Desde 2012, a economia brasileira já sofreu um impacto de R$ 22 bilhões, por conta de pessoas afastadas de suas funções após sofrerem ferimentos durante o trabalho. Se fossem incluídos os casos de acidentes em ocupações informais, esse número poderia chegar a R$ 40 bilhões.

 

Diretoria de Comunicação

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