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Alunos da ETEC do município visitam a ESALQ em Piracicaba

Visando um maior controle sobre a saúde e gerenciamento de inventário arbóreo urbano no município de Novo Horizonte, está sendo desenvolvido um aplicativo de celular que possa ser utilizado por moradores e profissionais que trabalham na área ambiental, onde as informações coletadas irão colaborar com o trabalho dos silvivultores para melhor gerir e diagnosticar árvores no perímetro urbano da cidade.

 

Esse novo mecanismo foi apresentado esta semana em Piracicaba pelo conceituado e renomado professor Demóstenes Ferreira da Silva Filho aos alunos da ETEC Professora Marinês Teodoro de Freitas Almeida durante visita a polo de Ciências Florestais da Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz (ESALQ/USP).

 

Em abril de 2016, o professor Demóstenes esteve em Novo Horizonte, onde naquela ocasião realizou o Encontro Intermunicipal dos Amigos das Árvores. Além disso, também ministrou palestra sobre Arborização Urbana para os alunos dos cursos Técnico em Meio Ambiente e Informática da ETEC.

 

“Agradeço ao professor Demóstenes pela gentileza em nos receber. Tenho a absoluta certeza que essa parceria trará grandes resultados. O encontro em Piracicaba foi marcado com aulas práticas e teóricas para testar o aplicativo desenvolvido”, disse Jairo Ferraz Sampaio, Diretor Adjunto do Meio Ambiente e Coordenador do Centro de Educação Ambiental Walter de Biasi Filho.

 

Silvicultura é a ciência que estuda os métodos naturais e artificiais de regenerar e melhorar os povoamentos florestais com a visão de satisfazer as necessidades do mercado e, ao mesmo tempo, a aplicação do estudo para a manutenção, o aproveitamento e o uso racional das florestas. Além do mais, a silvicultura atua no combate às pragas e no controle de incêndio para evitar a alteração do equilíbrio natural da floresta; fiscaliza a contaminação humana (uso de agrotóxicos); auxilia no corte adequado de árvores (frequência e intensidade) e na recuperação das florestas nativas, cujo objetivo é ampliar as possibilidades de manutenção dos biomas locais.

 

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de “florestas plantadas” pulou de 33% para 77% entre os anos 1990 e 2000. Com o cerco à fiscalização e uma maior conscientização ambiental dos produtores, essa porcentagem tende a subir nos próximos anos.

 

Diretoria de Comunicação

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